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| Pelourinho: Nenhum outro lugar reflete tão bem a alma da Bahia quanto o Pelourinho. Abandonado durante muito tempo, quando ficou entregue à prostituição, à violência e ao tráfico de drogas, o centro histórico da cidade recuperou o esplendor em meados dos anos 90, quando teve início o processo de restauração. Considerado Patrimônio da Humanidade pela Unesco, o bairro na Cidade Alta, tem mais de 800 casarões dos séculos XVII e XVIII restaurados e coloridos. Vielas, ladeiras e largos concentram igrejas, museus, bares, restaurantes, lojas e um vaivém de gente de Salvador, do Brasil e do mundo. O bairro histórico merece, pelo menos, duas visitas - uma durante o dia, quando os turistas chegam dispostos a bater perna sem pressa, em busca da história, das riquezas arquitetônicas e do artesanato; e outra à noite, quando os shows de música invadem os bares e os largos Teresa Batista e Quincas Berro d'Água, batizados com nomes de personagens dos romances de Jorge Amado, o mais popular escritor baiano. |
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O Carnaval: Com um dos mais concorridos Carnavais do país, Salvador atrai foliões ávidos por correr atrás dos trios elétricos que desfilam dia e noite. Três circuitos agitam a cidade: Osmar, que pega fogo no domingo, segunda e terça de Carnaval, reunindo as mais conhecidas bandas de axé e desfila pelo Campo Grande; Dodô, com os chamados trios alternativos e que circulam entre as praias da Barra e da Ondina; e Batatinha, que movimenta o Pelourinho com clima de Carnaval de antigamente, regado a muita marchinha. Uma das melhores maneiras de curtir a festa é comprando um abadá, uma camiseta que identifica o bloco e permite dançar protegido por um cordão de isolamento, com direito a caminhões de apoio que funcionam como banheiros, bar e posto médico. Quem preferir ficar na “pipoca”, como é chamada a turma que brinca nas calçadas, deve ter cuidado, uma vez que a multidão é grande. Os abadás mais baratos são os dos blocos alternativos, que desfilam de quinta a sábado. De domingo a terça, os dias oficiais de desfiles, as camisetas ficam mais caras.
Praias urbanas de Salvador: As barracas e os calçadões da orla garantem o movimento e a animação. As exceções ficam por conta do Porto da Barra, lotada nos finais de semana; Farol da Barra, que abriga o imponente Forte de Santo Antônio; e Jaguaribe, com mar calmo e muitas barracas.
Praias do Norte: em direção ao aeroporto, tem águas bem limpas e pouco movimento. Três são imperdíveis – Itapoã, que além da fama tem águas verdes, areias claras e piscinas naturais; Stella Maris, que atrai banhistas e surfistas em função das boas ondas e trechos protegidos por recifes; e Flamengo, com ares rústicos, emoldurada por coqueiros e dunas e point das turmas jovem e do surf, que fazem a festa nas barracas cheias de charme.
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Típica comida baiana: Influenciada por culturas diversas, a culinária baiana combinou ingredientes e criou suas próprias receitas. Da África veio o dendê, fruto que dá origem ao perfumado azeite, marca registrada de pratos como moqueca, bobó, vatapá (creme de peixe e amendoim), caruru (guisado de quiabo e camarão) e acarajé (bolinho de feijão-fradinho recheado com camarão e vatapá). Os negros trouxeram ainda o gosto pelas pimentas. Já a influência indígena está presente no uso da mandioca, enquanto os portugueses marcam presença nos doces, como o quindim e a ambrosia. E até os asiáticos deixaram heranças, traduzidas pelo uso constante do coco, nas panelas e nos tabuleiros. Em toda a cidade são muitos os pontos para provar as delícias típicas. O Pelourinho concentra a maioria dos restaurantes - entre eles, o tradicional Sorriso da Dadá, da quituteira mais badalada de Salvador. O domínio da cozinheira estende-se ainda pela Federação (Varal da Dadá), um bairro pobre e simples que deu origem ao império da baiana.
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Artesanatos e artigos religiosos: O sincretismo religioso do povo baiano está presente no artesanato típico, que tem como temática principal os santos religiosos e as divindades do candomblé. As imagens são encontradas não somente em forma de esculturas. Jóias em ouro, prata ou pedras preciosas, camisetas e objetos de decoração também ganham o charme dos motivos afro-brasileiros.
Souvenirs: Para comprar souvenirs, como fitinhas do Senhor do Bonfim, berimbau e patuás, circule pelo Mercado Modelo, considerado o maior centro de artesanato da América Latina. Já para adquirir peças elaboradas, roupas, acessórios e artigos para casa, as lojas do Pelourinho são boas opções. Nos estabelecimentos do Instituto Mauá (Pelourinho e Barra), uma organização mantida pelo governo para incentivar o artesanato no estado, há peças de várias comunidades de artesãos da Bahia, como trabalhos de madeira e coco de Rio das Contas, cerâmicas de Maragogipinho, cestarias de Massarandupió e redes de Paulo Afonso. |
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DDD 71
Aeroporto Deputado Luis Eduardo Magalhães: Estrada do Coco, Km 0 – São Cristóvão
Terminal Rodoviário de Salvador: Av. Antônio Carlos Magalhães - Pituba Tel: 3460-8300
Terminal Marítimo de São Joaquim (Ferryboat): Av. Oscar Pontes, 1051 - Calçada Tele-Ferry: 3319-2890
Táxis Alô Táxi – 3388-4411 Chame Táxi – 3241-2266 Ligue Táxi – 3357-7777 Rádio Táxi – 3243-4333 Tele Táxi – 3341-9988
Informações turísticas: Tel: 3103-3103 (24 horas)
Bahiatursa: Empresa de Turismo da Bahia - R. das Laranjeiras, 12 – Pelourinho Tel: 3321-2133/2463 e 3370-8694. |
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Hospital Santo Amaro: Ladeira do Campo Santo - Tel.: (0xx)71 3339-5000.
Polícia Militar do Estado da Bahia: Largo dos Aflitos - (71) 3329-2398.
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