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Todo ano é a mesma coisa: basta as temperaturas começarem a cair para todo mundo começar a falar (e ir para) Campos do Jordão, interior de São Paulo. E com tanta gente escolhendo a mesma pequena cidade, seja para passar o fim de semana ou uma temporada em julho, o espaço pode mesmo ficar pequeno.
Listamos três excelentes motivos para você vencer a preguiça - e a serra! - e ir curtir o friozinho badalado da região. Razões que fazem Campos valer a pena, principalmente nessa época.
 Centro de Capivari fica cheio e bem-freqüentado dia e noite Crédito: Vandeir Rodrigues
Proximidade Por estar no interior de São Paulo, Campos é um destino de inverno clássico para a região sudeste, é claro. A cidade está a menos de 170 quilômetros da capital do estado, menos de 100 km de São José dos Campos, 235 km de Campinas, 250 km de Poços de Caldas e 350 km do Rio de Janeiro.
 Paisagem na janela: pôr do sol entre as araucárias Crédito: Luiz Garves
As principais estradas que levam a Campos são a Presidente Dutra e o complexo Ayrton Senna/Carvalho Pinto, ambas em ótimo estado. As rodovias SP-50, ou Monteiro Lobato, e SP-123, ou Floriano Rodrigues Pinheiro, fazem a ligação com o interior. Portanto, além de estar próxima de algumas dos maiores municípios da região, quem vai de carro à cidade ainda tem a vantagem de apreciar pela janela a paisagem cheia de araucárias.
 Depois de uma chuva de granizo, Campos fica com o ar ainda mais europeu Crédito: Vandeir Rodrigues
Prazeres de cama e mesa Campos do Jordão é sem dúvida farta em bons restaurantes e hotéis melhores ainda. Desde hotéis imponentes como o Frontenac, Toriba ou o Grande Hotel, pousadas que integram a associação Roteiros de Charme, como a La Villete, até flats e chalés para alugar, a cidade tem variadíssimas opções de hospedagem.
 Flor de Cerejeira e folha de Plátano: dois dos símbolos de Campos Crédito: Kadu Schiavo | Luiz Garves
Em termos de cozinha, muita comida alemã, suíça, italiana e portuguesa. Grande presença também de trutas, fondues, casas de chá e chocolatarias no cardápio básico da cidade. Há também a alta gastronomia de orientação mais contemporânea, servida nos restaurantes dos grandes hotéis.
 A onipresente Pedra do Baú: cartão-postal da cidade Crédito: José Alfredo
Agito Quem gosta de agito tem mesmo é que ir para Campos. O centrinho de Capivari é, certamente, o metro quadrado mais badalado da região sudeste: as mesinhas na calçada estão sempre cheias e o esporte de ver e ser visto é praticado com maestria.
 Centrinho de Capivari à noite: metro quadrado mais badalado do Sudeste Crédito: Kadu Schiavo
O Festival de Inverno, que em 2008 completa sua 39ª edição, traz ainda a chancela da cultura erudita para a temporada. Já quem tem um perfil mais ecoturista e menos afeito ao hype, também não fica desamparado. Uma ida ao Horto Florestal, o passeio pelo trem da cidade, trilhas até o Morro do Elefante ou até a Pedra do Baú, satisfazem os que fazem questão do contato com a natureza.
 Entretenimento erudito: a orquestra aquece as noites do Festival de Inverno Crédito: Vandeir Rodrigues
Fonte: Grupoviagem.uol.com.br
Joana Santana
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